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quarta-feira, 24 de novembro de 2021

Frases de Mulheres Inspiradores


Bertha Maria Júlia Lutz (São Paulo, 2 de agosto de 1894 – Rio de Janeiro, 16 de setembro de 1976) foi uma ativista feminista, bióloga, educadora, diplomata e política brasileira. Era filha de Adolfo Lutz, cientista e pioneiro da medicina tropical. Foi uma das figuras mais significativas do feminismo e da educação no Brasil do século XX.
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Bertha era cientista, tal como seu pai. Especializou-se em anfíbios e, em 1919, tornou-se secretária e pesquisadora do Museu Nacional do Rio de Janeiro, sendo a segunda mulher a fazer parte do serviço público do país. Mais tarde, foi promovida a chefe do departamento de Botânica do Museu, posição que ocupou até se aposentar, em 1964. Em agosto de 1965, recebeu o título de professora emérita da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
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A carreira política de Bertha começou em 1934, quando ela se candidatou à Câmara dos Deputados pela legenda do Partido Autonomista do Distrito Federal, representando a Liga Eleitoral Independente, criada por ela em 1932 e ligada à Federação Brasileira pelo Progresso Feminino.
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Fonte: Wikipédia.
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quinta-feira, 18 de novembro de 2021

Frases de Mulheres Inspiradoras

 


Angela Yvonne Davis (Birmingham, 26 de janeiro de 1944) é uma professora e filósofa socialista estadunidense que alcançou notoriedade mundial na década de 1970 como integrante do Partido Comunista dos Estados Unidos, dos Panteras Negras, por sua militância pelos direitos das mulheres e contra a discriminação social e racial nos Estados Unidos, referência entre os marxistas e por ser personagem de um dos mais polêmicos e famosos julgamentos criminais da recente história dos EUA.
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Candidatou-se a vice-presidente dos Estados Unidos em 1980 e 1984 como companheira de chapa de Gus Hall, presidente do Partido Comunista Americano, tendo votação irrisória. Continuou sua carreira de ativista política e escreveu diversos livros, principalmente sobre as condições carcerárias no país.
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Fonte: Wikipédia.
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Frases de Mulheres Inspiradoras

 


Viola Davis (St. Matthews, 11 de agosto de 1965) é uma atriz e produtora norte-americana. Vencedora de um Oscar, um Emmy Award e dois Tony Awards, dessa forma alcançando a Tríplice Coroa da Atuação. 

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É sem dúvidas considerada uma das maiores e mais versáteis atrizes das artes cênicas.

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Sua mãe, Mae Alice, era uma empregada doméstica, operária de uma fábrica, e dona de casa, e seu pai, Dan Davis, era um treinador de cavalos.

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Sua mãe foi uma ativista durante o Movimento dos direitos civis dos negros nos Estados Unidos. Quando Davis tinha dois anos, sua mãe foi presa em um desses protestos, a levando junto com ela. A atriz descreveu-se como tendo vivido na pobreza abjeta e disfunção durante sua infância, e lembra de ter morado em apartamentos condenados e infestados de ratos.

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Colecionadora de prêmios pelo seu trabalho no teatro, na TV e no cinema, a atriz, produtora e ativista americana Viola Davis tem se notabilizado por unir posicionamento político a uma carreira em prol da inclusão de minorias no mercado de trabalho audiovisual.

Fonte: Wikipédia e O Globo.

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Frases de Mulheres Inspiradoras


 

Cora Coralina, pseudônimo de Anna Lins dos Guimarães Peixoto Bretas (Cidade de Goiás, 20 de agosto de 1889 — Goiânia, 10 de abril de 1985), foi uma poetisa e contista brasileira. Considerada uma das mais importantes escritoras brasileiras, ela teve seu primeiro livro publicado em junho de 1965 (Poemas dos Becos de Goiás e Estórias Mais), quando já tinha quase 76 anos de idade, apesar de escrever seus versos desde a adolescência.

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Mulher simples, doceira de profissão, tendo vivido longe dos grandes centros urbanos, alheia a modismos literários, produziu uma obra poética rica em motivos do cotidiano do interior brasileiro, em particular dos becos e ruas históricas de Goiás.

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Fonte: Wikipédia.

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terça-feira, 26 de julho de 2016

7 anos do Blog

Bem vindo(a)!!
Sou mulher, mãe e contadora e gostaria de trocar idéias e experiências com outras como eu.
Fique à vontade para postar.
Flor Cerqueira Vianna
Postado há 

quarta-feira, 6 de maio de 2015

12 coisas que o home office ensina

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"Sabe aquela sensação de aperto no coração e melancolia que dá no domingo à noite? Faz 5 anos que eu não tenho. :D"
Flor Cerqueira Vianna

O empreendedor que trabalha em casa tem mais tempo livre, mas precisa se programar para fazer as tarefas no prazo.

1. Sobra tempo Com menos interrupções, reuniões trânsito, o trabalho rende mais no home office. Muito mais. Consigo terminar em algumas horas o que levava um dia inteiro (e o início da noite) para fazer na agência onde eu trabalhava. Estas horas que sobram, uso para trabalhar mais (e ganhar mais dinheiro) ou para lazer. É tudo de bom.

2. Empreender é andar na montanha-russa. Então divirta-se!
As fases de trabalho intenso são estafantes. E quando a pauta de trabalhos está vazia é desesperador. Por mais que a gente se planeje, prospecte, feche contratos, estabeleça metas, um mês sempre vai ser diferente do outro. Alguns serão muito produtivos, outros nem tanto. Mas isso faz parte de empreender, seja em casa ou fora dela. A verdade é que a gente nunca se acostuma com os altos e baixos. Sempre vai ter um pouco de emoção, angústia, ansiedade, euforia, alegria, adrenalina. Relaxe e aproveite o passeio.

3. O home office é um paraíso. Mas saia dele de vez em quando
Acorda, toma café, trabalha, almoça, trabalha, janta, trabalha de novo e dorme. O dia todo sem sair de casa nem ver outra alma viva. Isso é um perigo. Isso enlouquece o cara. Isso faz muita gente desistir do home office. Por isso, é importante sair de casa pelo menos uma vez por dia. Tão importante que tem que colocar na agenda. Almoço com amigos, academia, passear com o cachorro, tomar um ar fresco. O home office é o paraíso. Mas mesmo o paraíso, sem ninguém para conversar, acaba virando um inferno.

4. Algumas “coisas” ajudam muito
A gente não precisa de muita coisa pra começar a trabalhar em casa. Um computador e um bom sinal de internet já resolvem o básico. Mas algumas coisas ajudam muito a aumentar a produtividade no home office. Na parte “home”, uma máquina lava e seca agiliza o trabalho doméstico. A lava-louças idem. E uma cafeteira com cápsulas é ótima para reuniões. No “office”, uma cadeira profissional salva a coluna. Um fone de ouvidos com anulador de ruídos ajuda a se concentrar. E uma internet ultra-rápida muda a vida.

5. Gastar menos é tão eficaz quanto ganhar mais. E dá bem menos trabalho
Controlar os gastos foi o que viabilizou o home office para mim. Subir a montanha é muito mais fácil quando a gente carrega uma mochila leve. Felizmente o home office já é econômico por natureza: não existe o gasto com aluguel de sala comercial e economiza-se com gasolina, energia elétrica, estacionamento e remédios para estresse. Mesmo assim, as contas vão chegar. Todos os meses. Por isso, é preciso estar sempre pensando em como cortar custos fixos e eliminar supérfluos. Só para dar um exemplo, uma das primeiras coisas que eu fiz no começo do home office foi vender o nosso segundo carro. E quer saber? Até hoje não fez falta.

6. Uma boa equipe de apoio faz a diferença
Demorou uns anos, mas consegui reunir uma equipe de apoio ágil, motivada e competente. Quando aparece um trabalho mais complexo, aciono minha rede de home officers e dividimos as tarefas. Outras atividades como contabilidade, faxina, registro de marcas e patentes, jardinagem, secretariado, eu terceirizo com fornecedores confiáveis. Assim, consigo focar no que sei fazer e deixo o resto para os especialistas. Outra coisa que aprendi é que fornecedores falham. Por isso é sempre bom ter na manga uma lista Plano B.

7. Home office não é uma unanimidade
Muita gente sempre apoiou o fato de eu trabalhar home office. Mas não é todo mundo que curte a ideia. Para alguns clientes, amigos e familiares, home office é sinônimo de assistir TV o dia todo de pijamas. Para me manter firme no propósito de trabalhar em casa, tive que me afastar de algumas pessoas e perder alguns clientes. E isso foi ótimo. Hoje em dia tenho certeza que todas as pessoas próximas torcem por mim e pelo sucesso da minha empresa home-based. Essa energia positiva é fundamental.

8. É fácil se perder na curva
No home office é assim: vacilou, trabalhou demais. Ou perdeu o prazo. Ou ficou fazendo três coisas ao mesmo tempo (mas nenhuma delas direito). É difícil manter uma rotina de trabalho em casa. Só para exemplificar, são 22h00 e eu ainda estou no escritório escrevendo este texto. Isso vindo de quem tem 12 anos de praia e quatro livros escritos sobre isso! Para resolver esse tipo de deslize disciplinar, adotei o sistema de blocos de trabalho super-focado (1 ou 2 horas trabalhando sem distrações ou interrupções), espalhados no decorrer do dia. A técnica dos blocos é bem produtiva, garante flexibilidade de horários e reduz o remorso de ter trabalhado demais ou a culpa de ter trabalhado de menos.

9. Pra não comer besteira, não tenha besteira em casa
Se tem salgadinho, chocolate e suco de caixa em casa, é isso o que a gente acaba comendo o dia todo. No meu caso, 9 kg mais tarde, resolvi mudar os petiscos para frutas cortadas, barrinhas de cereal e água do filtro. Não é a mesma coisa, eu sei. Mas funciona. No final de semana, o cardápio é liberado, porque ninguém é de ferro.

10. O melhor horário para fazer compras é no meio da manhã
Por que passear no shopping no sábado se você pode ir na terça à tarde? Ou viajar para a praia em janeiro, se você pode curtí-la em março? Por que sair de carro às 18h30 na hora do rush? O home office me apresentou o privilégio do contra-fluxo. Faz muito tempo que não enfrento filas, engarrafamentos e lugares entulhados de gente. E isso é bom. Isso é muito bom!

11. Sucesso = dinheiro + tempo livre
Ter um monte de dinheiro é ótimo. Mas se você só trabalha e não tem tempo – nem serenidade – para curtir os benefícios do capital, não faz sentido. Por outro lado, não adianta ter tempo de sobra e ficar olhando para as paredes, sem um trocado para fazer uma viagem com os filhos, curtir um jantar romântico, assistir um pacote decente de TV a cabo, que seja. Tem que saber equilibrar: trabalhar o suficiente para ter uma vida confortável, sem precisar sacrificar as horas de lazer.

12. Dominguite tem cura
Sabe aquela sensação de aperto no coração e melancolia que dá no domingo à noite? Faz 12 anos que eu não tenho. :D

Fonte: http://revistapegn.globo.com/Dia-a-dia/noticia/2015/05/12-coisas-que-o-home-office-ensina.html

sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Cinco dicas para o outsourcing contábil dar certo


O outsourcing contábil não é uma simples terceirização. É um investimento e não se pode pensar em outsourcing contábil apenas como forma de economia de custos.
O outsourcing contábil é uma alternativa para muitas empresas.

Com as recentes mudanças é provável que muitas outras empresas passem a pensar nesse tipo de processo de negócios visando agilidade nas tomadas de decisões.

As mudanças na legislação contábil e fiscal estão exigindo profissionais com conhecimento e amplitude técnica.

O outsourcing contábil não pode significar apenas redução de custos salariais e operacionais por que não é uma simples terceirização de departamento.

Sem a pretensão de esgotar o tema, eis algumas dicas:
  1. Time de profissionais terceirizados iguais ao time da casa: O perfil dos profissionais terceirizados deve ser igual aos que a empresa almeja para trabalhar internamente. Devem estar atentos a cultura local, missão e objetivos da empresa. Os profissionais terceirizados devem ter a mesma capacidade de se adequar a rotina da empresa. A empresa deve buscar a coesão entre os colaboradores independente da forma de contratação.
  2. Valorização Profissional: Ainda que a equipe seja supervisionada por um terceiro, a motivação e o reconhecimento das qualificações e competências são fundamentais para o êxito do outsourcing. O padrão de remuneração, plano de carreira e benefícios também devem ser iguais ou semelhantes aos da própria empresa, para que não ocorra a perda de talentos e rotatividade. Fuja e desconfie de quem oferece equipes baratas e a redução de encargos trabalhistas como a primeira opção do serviço de outsourcing contábil.
  3. Não basta ser terceiro tem que participar: O outsourcing contábil deve ser capaz de oferecer uma equipe capaz de participar dos negócios da empresa. Se a ideia é terceirizar para proteger o core business então essa proteção dever ser também um dos objetivos de quem oferece a outsourcing como um serviço. Apenas realizar os processos contábeis e fiscais da empresa de forma mecânica e rotineira não é suficiente. É preciso ir além e estar consciente da realidade dos negócios da empresa, participando e oferendo soluções.
  4. Equipes atualizadas: As mudanças no padrão contábil brasileiro foram grandes e a atualização do conhecimento tornou-se obrigatória. Muitos CEO’s não acreditam, mas a educação profissional contínua pode sim trazer retorno de investimento além de evitar prejuízos decorrentes de erros ou omissões. Investir em empresas de contabilidade onde a cultura de formação contínua é presente evita muitas dores de cabeça.
  5. Dentro ou fora da empresa? Eis a questão: Para pequenas e médias empresas a terceirização tem sido a melhor ou até mesmo a única opção. Para empresas de grande porte as condições da terceirização deve ser bem avaliada. Independente de estar dentro ou fora da empresa atuando de forma remota, as equipes de outsourcing contábil deve estar aliadas aos sistemas integrados de informação (ERP, MRP, MRO, etc.) e gerar dados e informações relevantes em tempo real.
É comum ouvir sempre dois argumentos básicos no momento de optar pelo outsourcing, que são a economia com encargos trabalhistas e a possibilidade não se preocupar mais com os custos de um departamento inteiro de contabilidade.
O outsourcing na verdade é um investimento que pode trazer retornos significativos, a eliminação de riscos e tranquilidade ao gestor.
Fonte: http://www.contabeis.com.br/artigos/2337/cinco-dicas-para-o-outsourcing-contabil-dar-certo/

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

Os pejotinhas no alvo do ministro

Foto:  Marcelo Camargo/Agência Brasil

O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, sinalizou ontem que pretende elevar a carga tributária de empresas com apenas um funcionário, que hoje pagam imposto de 4% a 4,5% -muito longe da alíquota máxima de 27,5% que pagam os assalariados com carteira assinada.

Em vez de fazer uma reforma trabalhista a fundo, o ministro começa com remendo. E este é o pior possível.

O chamado pejotinha não tem direitos, não recebe décimo-terceiro salário, não tem plano de saúde, férias remuneradas, FGTS ou indenização por aviso prévio.

Não porque seus empregadores sejam feios, sujos e malvados. A grande maioria das pequenas empresas não tem estrutura para arcar com tantas obrigações e ainda dar lucros.

Se é para conversar seriamente, reforma trabalhista deveria estar na pauta ontem. Mais gente vai se formalizar e poder comprovar renda até para a compra de imóveis – o que hoje é um malabarismo.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Rascunho do Imposto de Renda ajuda contribuinte a evitar erros



Há poucos mais de dois meses para o início do prazo para a declaração do Imposto de Renda de 2015, os contribuintes já tem acesso à ferramenta para se organizar e não cometer erros que podem levá-los à malha fina. Isso é possível através do rascunho do IR que foi disponibilizado na página da Receita para facilitar a reunião de informações que devem constar no formulário oficial da declaração.

De acordo com a Receita, milhares de contribuintes já fazem o uso do rascunho, o que deverá diminuir consideravelmente o número de declarações que ficam retidas na malha fina. O Fisco destaca que todos os dados salvos no rascunho poderão ser acessados por computadores e dispositivos móveis conectados à internet e ficarão disponíveis para consulta até 28 de fevereiro. Após essa data, no dia 1º de março, os contribuintes poderão transferir as informações para o formulário, data provável em que começa o prazo para a entrega da declaração das pessoas físicas. A maior movimentação na utilização do rascunho, segundo a Receita, está relacionada com a ficha de dependentes (34%), seguida da ficha de pagamentos (30%).

Para acessar o Rascunho da Declaração clique aqui.

Saiba mais em: http://brasileconomico.ig.com.br/financas/financas-pessoais/2015-01-13/rascunho-do-imposto-renda-ajuda-contribuinte-a-evitar-erros.html

Direitos dos empregados domésticos ainda aguardam regulamentação




Aprovada pelo Congresso Nacional em abril de 2013, a proposta de emenda à Constituição que ficou conhecida como PEC das Domésticas — e virou a Emenda Constitucional 72 — estendeu ao empregado doméstico direitos assegurados aos demais trabalhadores.

No entanto, muitos direitos ainda estão à espera de regulamentação para começar a valer, como o pagamento obrigatório do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), a indenização por demissões sem justa causa e o adicional por trabalho noturno. Também não foram regulamentados o seguro-desemprego, o salário-família, o auxílio-creche e o seguro contra acidente de trabalho.

Saiba mais em: http://www12.senado.gov.br/noticias/materias/2015/01/13/direitos-dos-empregados-domesticos-ainda-aguardam-regulamentacao

segunda-feira, 12 de janeiro de 2015

12/01 - Dia do Empresário Contábil


A Classe Contábil brasileira possui mais uma importante data a comemorar. No dia 12 de janeiro de 2011, pela primeira vez, foi comemorado o Dia Nacional do Empresário Contábil, criado por projeto de lei de iniciativa do deputado federal Arnaldo Faria de Sá, um dos grandes defensores da Classe no Congresso Nacional.

Trata-se de uma justa homenagem àqueles que têm a responsabilidade maior de prover com informações confiáveis a sociedade, os empresários e os governantes. No Brasil, cada vez mais, busca-se a ampla transparência das informações, o crescimento dos negócios baseado na responsabilidade social das empresas, a administração dos recursos públicos com critérios de economicidade e probidade. Em tudo isso - e muito mais! - o Empresário Contábil tem a sua parcela de contribuição.

Por isso, o Conselho Federal de Contabilidade parabeniza todos os empresários contábeis brasileiros.

Oito dúvidas sobre o INSS que tiram o sono de empreendedores

 
Deixar de pagar a própria previdência social é uma realidade comum entre os pequenos empresários – e não acontece apenas por falta de dinheiro.

O assunto deve ter passado pela sua cabeça nos últimos anos - como será minha aposentadoria se não pago o INSS? Você até foi atrás de informação, mas, a cada palpite de colegas, horas amargadas em uma fila ou a explicação dada de má vontade por um funcionário da Previdência, deixava para lá. Matar um leão por dia ocupa tempo demais na vida de pequeno empresário. Mas, agora, perto da meia idade, não dá mais para jogar as dúvidas para debaixo do tapete. É hora de decidir.

Vale a pena retomar as contribuições? Ainda tenho algum direito? A Previdência vai quebrar antes que eu consiga os benefícios? Vários mitos e muita complexidade complicam o acesso a informações básicas da previdência social e atrapalham a decisão de quem deixou um emprego para empreender – e desistiu de contribuir para o INSS.

É verdade que, até anos recentes, o sistema de previdência social funcionava como um buraco negro, amedrontador e inacessível para quem não tinha carteira assinada ou não era funcionário público.

Hoje, os dados de todos os contribuintes estão registrados; o acesso, automatizado e o atendimento, organizado. Não está perfeito, mas representa um avanço considerável.

Mesmo que você já tenha ou pretenda ter algum tipo de reserva para financiar sua aposentadoria - com previdência privada, imóveis, fundos, ações ou aplicações no Tesouro Direto - as contribuições ao INSS devem ser vistas como a base da sua cesta de investimentos. O especialista em previdência Newton Conde, diretor da Conde Consultoria Atuarial e professor da Fipecafi-FEA/USP, esclarece as dúvidas mais frequentes para quem vive este dilema.

Compensa contar com o INSS nos meus planos de aposentadoria, mesmo estando tanto tempo sem pagar as contribuições?
Os especialistas em aposentadoria e finanças pessoais asseguram que sim. A renda proporcionada pela Previdência Social, embora seja insuficiente, garante um valor básico e vitalício para quem deixou de trabalhar e também ajuda a compor uma renda maior, caso você consiga fazer outros investimentos. Além disso, dá direito a outros benefícios que não dependem da idade e costumam ser subestimados pelos empreendedores. Um deles é a pensão por morte, estendida ao cônjuge viúvo ou aos herdeiros menores de idade. Não há no mercado nenhum plano de seguro tão completo e acessível quanto o da Previdência Social.

O que significa perder a condição de segurado?
Quando interrompe a contribuição, você perde o direito aos outros benefícios concedidos pelo INSS: auxilio-doença, auxílio-acidente, auxílio-reclusão, salário-maternidade, aposentadoria por invalidez e pensão por morte, recursos essenciais para enfrentar situações que podem levar a baques financeiros. Ao contrário da aposentadoria, eles podem ser acionados em qualquer período da vida, e fazem muita diferença especialmente para quem trabalha como empresário ou autônomo. 

Se eu interromper as contribuições e perder a condição de segurado, perco também o que já paguei ao INSS?
Não, o que já foi pago, seja como empregado ou como autônomo, sempre fará parte do seu fundo de contribuição na Previdência. Mas se tiver feito menos de 180 contribuições (correspondente a 15 anos), precisará retomar os pagamentos até atingir este prazo mínimo de carência para que tenha o direito de receber a aposentadoria. Se já tiver completado 180 contribuições, mesmo que esteja há anos sem pagar, poderá se aposentar por idade, que é de 60 anos para mulheres e 65 para homens, sem precisar recuperar a condição de segurado. Para saber os detalhes destes procedimentos, consulte o portal do INSS.

Consigo me aposentar por idade automaticamente?
Não consegue. Você precisará combinar a idade mínima (60 anos para mulheres e 65 para homens) com a exigência de período mínimo de contribuições ou 180 meses. Isto vale independentemente do valor da sua contribuição. Lembre-se que vale a regra: quanto maior o valor da contribuição, maior o valor do benefício; idem para o tempo de contribuição.

Em que situação eu perco o direito aos outros benefícios de segurado?
Há duas situações. Se tiver feito menos de 120 pagamentos, perde os benefícios depois de um ano sem contribuir. Se tiver feito mais de 120 pagamentos, o prazo se estende para dois anos.  A previdência concede esta vantagem para que a pessoa tenha tempo de conseguir outro emprego ou condições financeiras para voltar a pagar. Passado o prazo, o direito aos benefícios é suspenso.

Como recupero a condição de segurado?
Assim que retomar o pagamento das contribuições como empregado ou como contribuinte individual você volta à condição de segurado. Mas precisará cumprir diferentes prazos de carência, entre 12 e 36 meses, para ter direito a cada um dos benefícios. Um dos mais importantes para um empreendedor, o auxílio-doença, exige 12 meses de pagamento..

Quais os passos para retomar as contribuições e ser considerado de novo um segurado do INSS?
Agende uma consulta em um posto de atendimento do INSS pelo telefone 135 ou pela internet. A data marcada pode demorar algumas semanas. Com a senha recebida, compareça ao posto de atendimento. A instituição exige a presença do interessado para dar as informações.  

Terei que pagar os atrasados dos anos em que não contribuí? É vantajoso?
O INSS permite apenas a recuperação das contribuições dos últimos cinco anos e, mesmo assim, após analisar cada caso. Mas os especialistas em previdência não recomendam pagar os atrasados. Além dos pesados encargos de juros e multas, não valem para cobrir o período de carência necessário para os outros benefícios. É melhor retomar a contagem de tempo a partir do pagamento das parcelas atuais e retardar o pedido do benefício.

Há risco de o INSS quebrar e eu perder o capital que já paguei de contribuição?
Embora ainda tenha que arcar com um déficit bilionário herdado do passado, o INSS conta hoje com mecanismos de proteção e organização que conferem mais segurança e transparência ao sistema. Dificilmente vai quebrar, embora seja impossível oferecer garantia de 100% em um horizonte de longo prazo. No entanto, mudanças para adequar o modelo à evolução da sociedade, como o aumento da expectativa de vida, ocorrerão com certeza, com diferentes impactos para quem contribui. Um exemplo é a modificação anunciada no fim do ano prevendo novas regras para a concessão do auxílio-doença e pensão por morte.

POR INÊS GODINHO
 
Fonte: Diário do Comércio - SP

Fonte: http://www2.4mail.com.br/Artigo/Display/038491223306102

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Empresas lançam iniciativas para ajudar funcionários a emagrecer



O problema da obesidade afeta cerca de 35% dos adultos americanos e custa mais de US$ 73 bilhões por ano às empresas, segundo a Universidade Duke. Para reverter a situação, muitas companhias estão testando novas medidas para incentivar os funcionários a emagrecer.

Além de alimentos saudáveis e descontos em academias de ginástica, as empresas estão oferecendo a seus empregados monitores de desempenho físico para serem usados no corpo, os chamados dispositivos “vestíveis”, competições em aplicativos, cobertura de cirurgias para perda de peso e remédios, além de terapia psicológica para tratar emoções que podem estar por trás de questões alimentares.

Os americanos gastaram US$ 60,5 bilhões em 2013 em iniciativas para perder peso, segundo a empresa de pesquisa Marketdata Enterprises Inc., sendo que a maioria não conseguiu. Não está claro se as empresas podem obter melhores resultados ou se economizarão dinheiro ao fazer isso.

No departamento de serviço de atendimento ao cliente da varejista L.L. Bean Inc., exames biométricos verificaram que cerca de 85% dos empregados estavam acima do peso ou obesos. A empresa inscreveu 24 funcionários em um programa piloto de um ano de duração de aulas de exercícios, acompanhamento nutricional e terapia emocional, tudo durante o horário de trabalho.

No fim do ano, os participantes haviam perdido, em média, 6,8 kg. Desde então, a empresa levou uma versão de 16 semanas do programa para outras áreas, com resultados similares, diz Susan Tufts, gerente de saúde ocupacional e bem-estar.

Os gerentes descobriram que o componente de saúde mental era essencial. Membros se encontraram mensalmente para discutir os desafios e obstáculos para a perda de peso.

Tufts diz que os grupos eram muito pequenos para provocar qualquer efeito nos custos gerais de saúde da empresa.

A dimensão do auxílio oferecido pelo mundo corporativo para a perda de peso pode parecer estranha, mas os números explicam a razão.

Ajudar os empregados obesos a atingirem o peso normal, ou mesmo baixar ao nível de sobrepeso, faria os empregadores economizarem, em média, 9% dos recursos gastos com assistência médica ou perda de produtividade devido ao tempo que os empregados se ausentaram devido a doenças, diz Tatiana Andreyeva, economista do Centro Rudd para Política Alimentar e Obesidade da Universidade Yale.

Cerca de 35% dos empregadores oferecem um programa especificamente elaborado para ajudar os empregados a perder peso, com outros cerca de 7% planejando oferecer um nos próximos 12 meses. Em torno de 9% das empresas oferecem aos funcionários descontos na assistência médica caso eles participem de um programa de perda de peso, segundo uma pesquisa recente da Sociedade para a Gestão de Recursos Humanos.

Ainda mais empresas — 38% — hoje cobrem os custos da cirurgia bariátrica para os trabalhadores, verificou a instituição.

Os empregadores tomam cuidado para que as iniciativas não sejam consideradas discriminatórias. Cerca de 71% das empresas com pelo menos 600 mil funcionários afirmaram que superar o estigma e o constrangimento representa o maior obstáculo para a eficácia dos programas corporativos de perda de peso, segundo uma pesquisa feita em outubro pelo Northeast Business Group on Health. “As pessoas que estão acima do peso são muito julgadas, e simplesmente não sabemos com o que elas estão lidando ou que outros problemas elas têm”, diz Susan Tufts.

Pete Pallas, diretor de operações da  Herman Miller Inc., sempre brigou com seu peso e tomou remédios para pressão, diabetes e colesterol. Ele ficou inicialmente constrangido quando seu empregador começou a oferecer reuniões dos Vigilantes do Peso como um benefício corporativo.

“Quando você é tão pesado como eu era, você fica preocupado com o que as pessoas pensam. Uma boa parte do pessoal da minha unidade se reporta a mim. Eu realmente não queria ir”, diz ele. Ele acabou indo a uma reunião e diz ter perdido quase 68 kg e que não precisa mais tomar seus remédios.

“Se não fosse no trabalho, acho que nem teria tentado.”

As empresas propagandeiam muitas das novas iniciativas como sendo de “bem-estar” em vez de perda de peso, com muitos dos programas elaborados para parecer como uma competição saudável, frequentemente via aplicativos de smartphones.

A Fitbit Inc., fabricante de monitores de atividade física vestíveis, afirma que vem fechando negócios com clientes como a  BP PLC e a Anthem Inc., grandes empresas das áreas de seguro saúde e assistência médica, e que esse tipo de negócio é uma das áreas que tem mais crescido.

Fabricantes de aplicativos para redes sociais como ShapeUp Inc., que tem a  Boeing Co. e o  J.P. Morgan Chase entre seus clientes, estão levando as lições de economia comportamental para o bem-estar.

Tais ferramentas usam o desejo de programas com um elemento social — não apenas caminhadas casuais com colegas na hora do almoço, mas a competição clara e o monitoramento do progresso dos colegas através de rankings em um aplicativo ou em um site.

Depois que a  Outerwall Inc. começou a oferecer os monitores de atividade física Fitbit para todos os empregados em 2012, instaurou-se uma competição amigável entre os colegas, diz Tim Hale, vice-presidente de vendas da empresa. “Se você sabe que há alguém acima de você no ranking, isso com certeza te pressiona”, diz Hale, que registrou mais de 53 mil passos em um único dia e perdeu quase 20 kg no processo.

“Eu sou quase escravo disso.”

À medida que mais empregadores se tornam mais determinados a ajudar seus empregados a perder peso, porém, muitos estão sendo avaliados mais minuciosamente pelos reguladores, que estão receosos que os programas que usam penalidades e prêmios acabem tornando a participação compulsória. A Comissão para a Oportunidade Igualitária de Emprego já abriu vários processos relacionados com programas de bem-estar e planeja lançar um guia de orientação para os empregadores em fevereiro.

Gary Taxali

Fonte: http://br.wsj.com/articles/SB11597692187594324576704580369733361727528

segunda-feira, 8 de dezembro de 2014

Adolescência: Os pais atrapalham


Há oito anos, o casal de pesquisadores Mario e Alice passou por um dos períodos mais delicados de suas vidas – na definição deles mesmos. Por dois anos, conviveram com três adolescentes dentro de casa. Marco, o mais velho, tinha 17 anos, e Marcelo, o do meio, 14, quando a caçula, Gabriela, mostrou os primeiros sintomas de sua entrada na adolescência, aos 12. “Já tínhamos o faro treinado. Foi fácil perceber que a Gabi estava diferente, pelo jeito de ela olhar e falar com a gente”, diz Mario. “Pensei na hora: acabou. O único filho que ainda gostava do nosso ninho partiu para outro grupo. Agora, somos nós aqui, e eles lá”, diz Alice. Lá, onde?  “Onde tudo o que a gente faz ou fala está errado, inadequado e ultrapassado. Lá, naquela fase em que até nossa aptidão como seres humanos é contestada”, diz Mario. A afirmação provoca risos nos dois filhos, ao ouvir o depoimento dos pais. Marco agora tem 25 anos, e Marcelo, 22. Para garantir que pais e filhos pudessem falar abertamente de suas experiências, sem censura ou constrangimento, os nomes de pais e adolescentes que aparecem nesta reportagem foram trocados. Ainda assim, Gabriela, hoje com 20 anos, não quis participar. “É importante para ela proteger sua individualidade. É uma fase”, diz Alice. 

Ao ouvir Mario e Alice discorrer sobre seus filhos, me preparo para o relato das roubadas em que os jovens bonitos sentados à minha frente se meteram para gerar tanto transtorno na vida de seus pais. “Ah, foram terríveis. Chegaram a ser insuportáveis. Houve momentos em que senti medo da reação deles…”, diz Alice. Diante do desfile de adjetivos e ausência de fatos concretos, pergunto objetivamente: eram maus alunos? “Não, isso não. Nenhum dos três deu trabalho na escola”, diz Mario. Bebiam muito? “Olha, houve aquela vez em que o Marcelo chegou meio carregado e passou o final de semana na cama. Mas acho que foi isso”, afirma Alice. E quanto a drogas? “Acho que experimentaram. Nunca nos contaram. Falamos abertamente sobre os riscos. Não me preocupei muito com isso”, diz Mario. “Me preocupava. Mas nenhum problema chegou até nós”, diz Alice. Foram agressivos, do tipo que batiam em colegas? “Não, claro que não”, dizem. Foram agressivos com vocês? Por que tinham medo da reação deles? “Foram ríspidos”, diz Alice – e imediatamente os filhos protestam.

“Mamãe, você repetia o mesmo conselho 20 vezes! Parecia que tínhamos 5 anos”, diz Marco. Insisto com os pais. Que fatos fizeram aquele período ser tão terrível? “Nos tornamos invisíveis”, diz Mario. “Pior que isso. Tudo o que dizíamos parecia sem importância. Às vezes, quando estava mais sensível, deixava de falar alguma coisa com medo de tirarem sarro e eu acabar chorando ou brigando com eles”, diz Alice. Marcelo tem outro ponto de vista: “Não éramos mais crianças, mas eles nos tratavam como se fôssemos”.
>> A vingança dos mimados
Marco, Marcelo e Gabriela deram a seus pais o tipo de preocupação que jovens que começam a namorar, sair à noite e ter interesses próprios dão. Fizeram os pais buscá-los no meio da madrugada. Apareciam com amigos para dormir em casa sem avisar, como se privacidade fosse algo que cinquentões não precisam mais ter. Aprontavam pequenas trapaças estudantis, como esconder que estavam mal em trigonometria até que fosse quase tarde demais para encontrar um professor particular. Fora isso, os três foram o que se pode chamar de bons filhos. São inteligentes e capazes de estabelecer laços de amizade e relações de afeto saudáveis com quem convivem, e também com seus pais. Foram bem na escola e entraram em boas faculdades. Dois deles estão na PUC – a Pontifícia Universidade Católica, de São Paulo. O mais velho estudou na Universidade Federal do ABC, na cidade de Santo André, onde Alice trabalhava.

Quando se pergunta a eles sobre a própria adolescência, não contam nada de extraordinário. “Eu não tinha dinheiro para nada, mas era até divertido”, diz Marco. “Eu ainda não tenho”, afirma Marcelo, e ri. Nada no depoimento deles lembra o drama emocional vivido pelos pais no mesmo período. É como se eles e seus pais tivessem vivido em planetas diferentes, não na mesma casa de classe média da Zona Sul de São Paulo.
>> O professor é o fator que mais influencia na educação das crianças

A experiência da família de Mario e Alice não é rara. Um novo livro lançado no início do ano nos Estados Unidos, All joy & No fun (ele será lançado no Brasil em abril de 2015, pelo selo Bicicleta Amarela, da Rocco, com o título provisório Muita alegria, pouca diversão), defende uma tese simples e provocativa: a adolescência gera mais sofrimento nos pais que nos jovens que passam por ela. Escrito pela jornalista americana Jennifer Senior, o livro se baseia em estudos e em sua experiência de 20 anos escrevendo sobre família para a revista New York. “Noto há muito tempo dois fenômenos. O primeiro é o tipo de reclamação que ouço de pais de adolescentes”, diz Jennifer. “O segundo é o fato de os filhos desses pais serem pessoas absolutamente normais, e do bem.”

Fonte: http://epoca.globo.com/vida/noticia/2014/12/badolescenciab-os-pais-atrapalham.html

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

O que uma dona de casa realmente faz


Todas as mães trabalham, mas o trabalho de uma dona de casa é um pouco diferente. O que é, exatamente, que ela faz o dia todo?

Eu tenho que admitir que, antes de me tornar uma dona de casa, eu tinha algumas ideias preconcebidas sobre como seria esse trabalho: o jantar na mesa às seis horas, tempo gasto fazendo artesanato e peças de arte queridas com os mais pequenos, a casa completamente organizada e apenas a paz e ordem geral ao meu redor. Nem preciso dizer que eu estava prestes a ter um grande choque quando eu realmente tive o privilégio de me tornar uma dona de casa. Eu descreveria os meus dias agora como um lindo caos. Por mais que eu tente ter uma aparência de ordem na casa, normalmente não é assim que funciona. Muitas pessoas têm me perguntado o que é que eu faço todos os dias desde que desisti das salas de reuniões para brincar com as crianças. Aqui está a minha resposta:

Meu trabalho é criar as minhas crianças, e embora não haja qualquer recompensa financeira envolvida, a recompensa emocional é impagável.

Eu não desisti da minha carreira. Eu mudei de carreira. Cuidar de crianças em tempo integral é tanto uma carreira quanto ir a um escritório todos os dias. Eu trabalho tanto, se não mais, criando meus filhos como quando era uma funcionária de tempo integral. 

Eu escolhi não trabalhar fora de casa. Eu não desisti da minha vida. Eu não desisti da minha identidade. Eu adicionei a ela. 

No entanto, não é tudo "artesanatos e projetos de arte". Nossa casa tornou-se uma zona franca. Isso significa que há menos de uma estrutura ou horário, e o ambiente é aberto a mudanças a qualquer momento (e ela geralmente acontece). Qualquer momento pode ser um momento de ensino. Consequências são aceitas e recompensas dadas. Recolher brinquedos se transforma em um divertido jogo (na maioria das vezes) e birras levam a um momento "pense no que você fez". Agora eu tenho tempo para interagir com meus filhos em todos as situações, não apenas durante a noite após o trabalho. É maravilhoso e desafiador, tudo ao mesmo tempo.

Eu sou a presidente da melhor organização sem fins lucrativos em todo o mundo.

Uma dona de casa geralmente faz de tudo, desde o planejamento das refeições até cuidar da limpeza quando terminam as refeições. Ela também dá banhos, dá caronas, planeja festas de aniversário, lida com as finanças, faz as compras de supermercado e certifica-se de que há sempre papel higiênico suficiente. Ela honestamente é a chefe executiva de sua casa.

Eu faço essas coisas agora. Antes de eu deixar meu trabalho, meu marido e eu dividíamos várias responsabilidades domésticas. Nós dois estávamos trabalhando e sabíamos que ambos precisavam ajudar. Agora que eu estou em casa, eu sinto que é minha responsabilidade cuidar da casa. Isso é bom para nós, como um todo. Muitas das coisas que nós deixávamos passar antes por causa da falta de tempo, são coisas que eu faço agora. Eu cozinho com mais frequência. Eu limpo áreas obscuras (como rodapés) que eu esqueci que existiam, e eu lido com todos os aspectos da administração de uma casa. A melhor parte é, agora, quando meu marido está em casa, podemos apenas relaxar e desfrutar nosso tempo ao invés de preenchê-lo com trabalho doméstico e outras obrigações. Eu sou responsável por priorizar e organizar a vida dos membros da minha família, e isso é uma grande responsabilidade.

Eu sou uma conselheira, líder de torcida e juíza, tudo de uma vez.

Pessoas que acham que donas de casa estão desperdiçando sua educação realmente não sabem de nada. Eu recebi o meu mestrado em psicologia - e acredite, eu o uso o tempo todo (e não apenas para psicologia reversa). Eu sou a pessoa a quem meus filhos recorrem quando eles precisam de conforto, encorajamento e quando há um problema. Eu enxugo lágrimas e dou os melhores abraços. Eu dou confiança aos meus filhos para voltarem para o parquinho. Eu escuto os "dois lados da história" antes de pegar um brinquedo e dar um sermão sobre compartilhar. Diariamente, uso habilidades que nunca havia usado antes de ter filhos. Eu não consigo pensar em nenhum melhor uso para minha educação do que utilizá-la com meus filhos.

Eu sou uma estudante na aula da vida.

Mais do que qualquer outra pessoa em minha família, eu fui a que aprendeu mais de ser uma dona de casa. Além de desenvolver algumas habilidades incríveis em Lego e ser capaz de cantar cada palavra da música tema da Mickey Mouse Clubhouse, eu aprendi paciência, compaixão e, acima de tudo, amor. As doces ações de meus filhos estão constantemente me ensinando a ser uma pessoa melhor. Sua honestidade e amor puro são testamentos para mim de que eu sou a pessoa que é verdadeiramente abençoada por estar passando cada dia com eles.

Traduzido e adaptado por Sarah Pierina do original What a stay-at-home mom really does.

Fonte: http://familia.com.br/fam%C3%ADlia/o-que-uma-dona-de-casa-realmente-faz

Mãe que fica em casa: Você não deve ao mundo uma explicação


Por mais antifeminista que possa parecer, me reconheço no texto. Me identifico. Até me emocionei em ver retratados de forma tão explícita meus sentimentos. 
- Flor Cerqueira Vianna

"Acho que a maternidade deve ser promovida, e a instituição da família deve ser defendida, mas vocês já fazem um excelente trabalho simplesmente por serem mães."
Às mães que ficam em casa

Uma vez, há alguns meses, escrevi este post sobre vocês. Era uma simples expressão de gratidão às donas de casa e mães, especialmente à minha esposa.

Meu post teve um pouco de atenção. Foi visualizado em torno de três milhões de vezes em dois dias, na verdade.

Verdade seja dita, eu nunca pretendi ser um porta-voz oficial para as mães e donas de casa. Vocês não precisam de meus serviços, nem estou preparado para fornecê-los. A maioria de vocês pode eloquentemente defender sua vocação, e porque você tem experiência na área, você pode torná-lo mais rico e convincente do que eu jamais poderia.

Eu sou apenas um cara que ama a esposa e valoriza os sacrifícios que ela faz em prol da família. Essa é realmente a totalidade da minha visão sobre este assunto.

Por isso, é com hesitação apropriada que eu ofereço apenas uma sugestão para todas vocês.

Aqui está: não dê atenção a pessoas como esta, que humilham mulheres que ficam em casa e adiam a carreira.

Na verdade, nem sequer clique no link. É um post de blog, a partir de um site qualquer intitulado "Eu desprezo mulheres jovens com maridos e filhos e não me arrependo."

É quase tão esclarecedor quanto parece. A essência: essa mulher não tem filhos, ela nunca foi casada, ela tem zero de compreensão do que seja criar filhos ou manter um casamento saudável, mas ela está decidida a degradá-la, porque, provavelmente, a pobre menina está com dificuldades financeiras e necessita obter uma tonelada de cliques para que ela possa conseguir algum dinheiro na receita publicitária.

Eu não costumo ler os incoerentes, mal feitos, os chamados lixos inflamatórios, então eu não estava ciente deste post ou site até uma hora atrás. Eu só tomei conhecimento quando dezenas de meus próprios leitores, a maioria mães que ficam em casa, enviaram o artigo para mim, pedindo a minha opinião.

E qual é a minha opinião? Bem, ela levanta alguns pontos interessantes e todos devemos fazer uma pausa por um momento para refletir sobre suas observações.

Estou brincando. Ela parece ser uma pessoa desagradável implorando por atenção.

Eu estou dizendo isso sobre ela, principalmente porque eu estou de cabeça quente e eu sou facilmente provocado.

Mas também porque a minha única experiência com vadear involuntariamente para o "Mommy Wars" me ensinou alguma coisa. Ela me ensinou que a

nossa sociedade confusa e falida convenceu muitas mães que ficam em casa que elas precisam se justificar ou pedir desculpas por sua escolha em sair do sagrado "mercado de trabalho" em favor da maternidade em tempo integral.

Mas elas não têm que fazê-lo.

Você não tem. Você realmente, não tem que fazer isso.

Se você ler os comentários sobre esse artigo ridículo, você verá mulheres expressando indignação (compreensivelmente), mas também oferecendo explicações sobre o motivo por que decidiram não terceirizar sua função materna. Doeu-me ver isso. Você está criando os seus filhos, é simples assim. Você não deveria ter que dar uma razão, assim como não tem que explicar por que bebe água ou anda sobre duas pernas.

Acho que a maternidade deve ser promovida, e a instituição da família deve ser defendida, mas vocês já fazem um excelente trabalho simplesmente por serem mães.

O desrespeito à opção de ficar em casa decorre da ignorância.

A única cura para a ignorância é a verdade, e há duas maneiras de administrar uma dose do mesmo: você pode dizer, ou você pode demonstrar isso.

Tudo que eu faço quando escrevo é dizê-lo. Como mães - no mundo, contra todas as probabilidades, contra a opinião alheia, dando de si mesmo, dedicando suas vidas para suas crianças - você está demonstrando isso. Você está vivendo isso.

Muitos de seus críticos simplesmente nunca o fizeram. Eles não têm estado nas trincheiras durante todo o dia, a cada dia, moldando crianças em adultos respeitáveis, e fazendo isso eles mesmos, à mão, com suor e lágrimas e sofrimento. Eles não têm sacrificado tudo por outra pessoa. Eles não sabem o que é isso - o que se sente. Eles não sabem o que é estar no comando de toda a vida de outro ser humano. O dia todo. Todos os dias. Eles não sabem o que envolve cuidar de uma casa. Eles nunca o fizeram. Eles vivem em uma civilização construída por pessoas que se colocam no tipo de trabalho e fazem o tipo de sacrifícios que eles nunca estariam dispostos a fazer. E, no seu conforto, na sua arrogância, em sua morbidez, eles zombam.

Eles zombam de você.

Mas eles não sabem o que estão dizendo. Eles simplesmente não sabem.

E essa discussão envolve o que exatamente? É melhor ter um emprego ou cuidar de sua família em tempo integral? Qual a controvérsia? Que ponto de vista distorcido tem nesta cultura. Isto é o que acontece quando você compra a ideia de que a humanidade, em especial as mulheres, alcançou a emancipação através da industrialização. A Era Industrial e o advento do consumismo deu à luz a ideia moderna de um "trabalho", e o auge da liberdade e da autorrealização é ter um.

Ou assim nos dizem. Ironicamente, este é um ponto de vista de extrema-esquerda, mas odiar o capitalismo é também um ponto de vista de extrema-esquerda. O livre mercado é o mal, dizem eles, mas a expressão máxima da libertação feminina é participar dele.

Que filosofia vertiginosa essas pessoas professam.

E com esta filosofia nós não apenas colocamos a carroça na frente dos bois, mas separamos o carro dos bois completamente, e agora estamos sentados no carro esperando que ele galope rumo ao pôr do sol. O ponto é o trabalho, é um meio para cuidar de sua família. Alguns trabalhos são significativos em si, mas a maioria, quando separado da família, não serve a grande finalidade que não seja como veículo de promoção pessoal.

O que significa a realização pessoal? A resposta é: A) acumular riqueza e bens materiais para seu próprio prazer ou B) estar em uma posição melhor para usar suas habilidades para servir os outros.

Vocês, mães e donas de casa, estão usando suas habilidades para servir aos outros, e vocês estão fazendo isso da maneira mais direta, mais pura possível: a maternidade.

Além de tudo isso, a pior coisa sobre a tentativa de convencer as mulheres de que há algo errado em "ficar em casa" é fazer tolamente as jovens se envergonharem de seus instintos femininos. A maioria das meninas não é naturalmente competitiva e ambiciosa - pelo menos não competitiva e ambiciosa do modo como os homens tendem a ser, no modo que sempre fez os homens serem caçadores e conquistadores.

É uma coisa muito boa que as mulheres não sejam assim.

Mulheres têm naturalmente o desejo de amar os outros e sacrificar-se. Elas se preocupam com as relações. Elas não estão tão preocupadas com liderança quanto estão com a edificação dos que as rodeiam.

Nenhuma dessas características irá ajudá-la em muitos postos de trabalho. Elas não vão contribuir para o seu "progresso na carreira." Elas só vão torná-la vulnerável, e colocá-la à mercê de seus concorrentes menos escrupulosos. É por isso que é perigoso ver "o mundo profissional" como um fim em si mesmo.

Mas você sabe de tudo isso. As pessoas que não conhecem, provavelmente, não serão convencidas por qualquer coisa que eu tenha a dizer.

Não preste atenção a elas. Elas não merecem ser levadas a sério.

Além disso, você tem coisas melhores para fazer com seu tempo.

Fonte: http://familia.com.br/mae-que-fica-em-casa-voce-nao-deve-ao-mundo-uma-explicacao

sexta-feira, 28 de novembro de 2014

6 mitos sobre ser empreendedor que devem ser esquecidos


Veja abaixo os principais mitos e verdades antes e depois de abrir a própria empresa:

1. Ser dono de negócio faz com que você corra menos atrás do dinheiro
Antes de abrir a própria empresa, 40% dos entrevistados acreditavam que viveriam correndo atrás do dinheiro. Depois de abrir, essa percepção subiu para 62%.

2. Dono de negócio pode tirar férias quando quiser
41% dos pequenos empresários acreditavam que poderiam tirar férias a qualquer momento. Depois de abrir o negócio, esse índice baixou para 23%.

3. Ser dono de negócio faz com que você tenha mais tempo para dedicar-se à família e aos amigos
57% acreditavam que teriam mais tempo para ficar com a família e com os amigos. Mas ao virar dono de uma empresa, só 43% dos empreendedores continuaram com essa opinião.

4. Ser dono de negócio não faz você se sentir só, sem ter com quem compartilhar seus problemas
26% acreditavam que se sentiriam sozinhos, sem ter com quem compartilhar os dilemas de ter uma empresa. Depois de abrir o negócio, 37% dos entrevistados afirmaram que isso é verdade.

5. Dono de negócio trabalha menos que funcionário
25% acreditavam que trabalhariam menos como dono do que como funcionário. Após a abertura do empreendimento, apenas 15% continuaram com essa ideia.

6. Uma boa ideia é o suficiente para enriquecer
43% dos empresários acreditavam que uma boa ideia era suficiente para enriquecer. Mas depois de ter a própria empresa, essa opinião baixou para 34%.

Fonte: Exame.com
http://www.contabeis.com.br/noticias/21311/6-mitos-sobre-ser-empreendedor-que-devem-ser-esquecidos/